• 10/05/2019

    O Instituto Agos realizou, no último domingo, 5/5, a aplicação das provas objetivas dos processos seletivos para ingresso de médicos cooperados da Unimed-BH e da Unimed-Lavras.

    385 candidatos compareceram ao local, concorrendo a 62 vagas, de 23 especialidades médicas distintas, para médicos cooperados da Unimed-BH, e 22 vagas, de 18 especialidades médicas distintas, da Unimed-Lavras.

    A aplicação das provas contou com a participação de 50 colaboradores da FELUMA e seus Institutos, a fim de garantir a máxima segurança ao processo seletivo, um dos princípios norteadores do Instituto Agos.

    As provas, os gabaritos oficiais e a digitalização dos gabaritos individuais dos candidatos foram disponibilizados no Portal do Candidato, no dia seguinte ao concurso, ocasião na qual também foi aberto o prazo para recurso.

    A divulgação dos resultados finais está prevista para o dia 21 de junho de 2019, e as solenidades de posse dos médicos para o dia 07 de agosto, conforme disposto nos Editais respectivos. Posteriormente, nos dias 09 e 10 de agosto, os candidatos aprovados deverão participar dos Treinamentos de Integração oferecidos pela Unimed-BH e Unimed-Lavras, ato que dará encerramento aos processos de seleção dos médicos cooperados de 2019 das referidas singulares.

  • 03/05/2019

    O pioneirismo da Feluma, Fundação Educacional Lucas Machado, em trazer para Minas Gerais a cirurgia robótica colocou o Estado em evidencia, no Brasil, quanto ao uso da nova tecnologia. Já são 4 robôs atuando na capital mineira, sendo três deles adquiridos pela Feluma e instalados em hospitais parceiros, contabilizando mais de 1000 cirurgias, em pouco mais de 2 anos de atuação da robótica em Belo Horizonte.

    A importância desta parceria para Minas foi observada durante o 1º Workshop de Cirurgia Robótica Ciências Médicas, que além de promover a troca de experiências entre especialistas na área, também foi uma grande oportunidade de fortalecer a integração entre o corpo clinico dos três hospitais parceiros da Feluma – Hospital Felício Rocho, Hospital Vera Cruz e Hospital Vila da Serra.

    Participaram do evento cirurgiões da robótica que atuam na capital, e também cirurgiões convidados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Entre eles, o doutor Duarte Miguel Ferreira Rodrigues Ribeiro, ginecologista e cirurgião robótico de São Paulo, que tem no currículo mais 1000 cirurgias feitas com robôs. Ele veio a Minas para ministrar duas palestras, nas quais destacou as vantagens deste inovador instrumento utilizado a serviço da assistência ao paciente. O médico também apresentou várias experiências e apontou a robótica como benéfica em todos os procedimentos. Para ele o uso de robôs não é o futuro, mas o presente da medicina. Também elogiou a Faculdade Ciências Médicas pela importante iniciativa de ofertar a disciplina optativa de cirurgia robótica aos alunos.

    Também participou do Workshop o urologista de São Paulo, Thiago Santana. Ele abriu o evento ministrando as palestras: “Elaboração de um projeto robótico: princípios, estratégias e custos” e “Cistectomia robótica: ganhos com o uso da plataforma robótica”.

    O encontro na Faculdade Ciências Médicas reuniu cirurgiões das áreas de urologia, ginecologia, cirurgia torácica, proctologia e cirurgia geral. Foram dois dias de palestras, debates e estudo de casos, onde as imagens mostraram por si as inúmeras vantagens, para o paciente, da cirurgia minimamente invasiva. Para o cirurgião, os benefícios destacados foram a ampliação do foco, a imagem 3D, a firmeza do braço do robô e um detalhe muito importante, a postura. Na palestra apresentada pelo Dr. Cláudio Crispi, do Rio de Janeiro, o aspecto da ergonomia na cirurgia robótica em relação à videolaparoscopia não tem comparação. Para ele, a condição de trabalho favorável reflete num desempenho ainda melhor, e destacou cirurgias que duram até 12 horas, onde o conforto do console ameniza o cansaço.

    O público presente, o corpo clínico dos hospitais parceiros da Feluma, médicos convidados e estudantes da graduação e pós-graduação tiveram também informações importantes sobre custos, otimização do equipamento, armazenamento e novidades em cirurgia robótica.

    Na palestra do diretor Sênior da Ethicon Brasil, divisão de produtos cirúrgicos da Johnson e Johnson, Fabrício Campolina, o destaque foi a transformação digital mudando a forma como as atividades vão ser feitas na área da saúde, na próxima década. A tecnologia vai permitir ao profissional tempo para um contato mais humanizado com o paciente, vai aumentar a produtividade dos hospitais, permitindo mais acesso, maior padrão de cuidado e vai atuar ainda na educação continuada, aumentando a velocidade do aprendizado e reduzindo custos.

    “ Hoje a cirurgia robótica ainda é algo de nicho. No Brasil só é feita uma a cada 1000 cirurgias que poderiam usar a tecnologia.  Mas, não há dúvida que nas próximas décadas vai haver uma democratização da cirurgia digital e que este benefício vai poder chegar a muito mais pacientes. Praticamente no final da próxima década, todos os hospitais vão oferecer cirurgia digital e,provavelmente, 30 a 40 % dos procedimentos vão ser feitos com esta ferramenta.”

    Para o diretor técnico do Instituto de Cirurgia Robótica de Minas Gerais, Dr. José Eduardo Távora,o encontro foi muito importante tanto pela troca de experiência entre os profissionais, quanto para os alunos que participaram. Destacou ainda que este foi apenas o primeiro de vários encontros. “O cirurgião e os alunos precisam aprender a usar a tecnologia em seu favor, apurando a técnica cirúrgica com refinamento da magnificação da imagem e a visão 3D. O benefício final e do paciente.”

     

  • 25/04/2019

    A parceria entre a Feluma, Fundação Educacional Lucas Machado, e o Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro(HMDCC) proporcionou, aos alunos do curso de Medicina da Faculdade Ciência Médicas de Minas Gerais, mais um importante campus de aprendizado prático. O Hospital, 100% SUS, inaugurado em 2018, começa agora a receber estudantes e residentes através do NEPE, o Núcleo de Estudo, Pesquisa e Extensão do HMDCC, e a experiência já traz bons resultados.

    Marina Paixão de Madrid Whyte é aluna do 6º ano de Medicina, e conta que neste ano os alunos fazem internato supervisionado de clínica e cirurgia, tanto no Hospital Universitário Ciências Médicas, quanto nos hospitais parceiros. São cerca de 12 alunos na cirurgia e 12 na clínica por período, e cada grupo fica um mês em cada unidade hospitalar acompanhando as equipes médicas no atendimento aos pacientes.

    A turma de Marina fez o internato no Hospital Metropolitano Dr. Celio de Castro. Ela conta que 4 professores da Faculdade, que também atuam no hospital como médicos, ficam responsáveis por grupos de 3 alunos cada. Sob a supervisão do professor, este grupo, além de acompanhar os pacientes, também se reúne para discutir casos clínicos e outros temas relevantes à formação médica, como explica a aluna: “Houve um grupo de discussão sobre regulação da saúde pública, e nele o professor Leonardo Florêncio convidou a diretora executiva do hospital, Maria do Carmo, para falar sobre a experiência dela neste segmento; foi um momento muito importante de aprendizado para todos nós.”

    Os internatos proporcionam aos alunos experiências que serão levadas por toda vida, e no caso do HMDCC essa troca de conhecimento é muito válida já que a equipe multidisciplinar do Hospital começou, recentemente, a ter o acompanhamento de estudantes. A participação deles na vida hospitalar além de aprendizado, representa aos pacientes um cuidado a mais, afinal recebem a visita do médico e professor, e posteriormente a dos alunos. Isso além do tempo que estes estudantes dedicam para conversar com pacientes e familiares.

  • 24/04/2019

    O Instituto de Cirurgia Robótica Ciências Médicas, da FELUMA, adquiriu o terceiro sistema robótico que foi implantado no Hospital Vera Cruz. A parceria firmada entre a Fundação Educacional Lucas Machado e o hospital vai oferecer formação e especialização dos médicos e propiciar acesso de pacientes à assistência qualificada.

    Além do Vera Cruz, a Feluma também tem parceria na cirurgia robótica do Hospital Felício Rochoe do Vila da Serra, e juntos já realizaram mais de 1000 intervenções utilizando a tecnologia avançada, que beneficia expressivamente o paciente e a atuação médica. Isso porque a cirurgia robótica é um tipo de procedimento que permite ao médico uma visualização tridimensional de alta definição, para reproduzir todas as características de uma cirurgia aberta convencional. Esta tecnologia representa o que há de mais moderno no campo da cirurgia minimamente invasiva, proporcionando inúmeras vantagens para os profissionais e benefícios vitais para os pacientes como um maior conforto e redução da dor; melhores resultados funcionais; a redução do tempo de hospitalização e internação; e menor risco de infecção hospitalar.

    No Hospital Vera Cruz, a cirurgia robótica teve seu marco inicial no último dia 23 de abril, quando o urologista Bernardo Pace, Coordenador do Núcleo de Cirurgia Robótica do hospital, junto com a equipe, realizou o primeiro procedimento, por meio do Robô Da Vinci. Para o médico, a cirurgia oferece muitos ganhos para o paciente. “A robótica facilita seccionar e preservar estruturas nobres, resultando em uma menor taxa de disfunção erétil e incontinência urinária precoce. A alta hospitalar, geralmente, ocorre mais rapidamente e os índices de sangramento são menores.”

    A implementação da tecnologia robótica, por meio desta parceria, entre o Hospital Vera Cruz e a Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), além de elevar a qualidade assistencial do hospital, também vai contribuir para a formação dos médicos na Ciências Médicas. Desta forma, os dois lados agregam alto padrão tecnológico e cientifico à prática médica.

     

     

     

     

  • 24/04/2019

    A 8ª edição da “Run for Parkinson”, corrida organizada pela Associação de Parkinsonianos de MG que aconteceu na Praça da Savassi no dia 14 de abril, reuniu cerca de 1.200 participantes e contou com o apoio dos alunos do projeto de extensão da Faculdade Ciências Médicas, “Viva Melhor com Parkinson”, do Estágio supervisionado em fisioterapia aplicada às disfunções neurológicas e do Neuroeixo.  A professora, Raquel Lana, que coordena o projeto de extensão e é uma das orientadoras do Neuroeixo, também esteve presente dando suporte ao trabalho.

    Os alunos ajudaram os corredores com o aquecimento, antes da prova, com informações sobre a importância da atividade física no tratamento da doença e também com orientações gerais sobre o mal de Parkinson.

    O evento foi dividido em três modalidades: 10 km e 5 km de corrida e 3 km de caminhada. Muitos pacientes com Parkinson participaram correndo, outros caminhando com ajuda de andador ou acompanhantes, mas para todos o importante foi participar desta iniciativa de inclusão que também fez um apelo à solidariedade.

    Sobre a Doença de Parkinson

    O Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum, depois da doença de Alzheimer, e sua prevalência aumenta a partir dos 60 anos de idade. No Brasil, estima-se uma incidência de 3,3%. Os principais sintomas da doença são bradicinesia (lentidão do movimento), rigidez, tremor, instabilidade postural e déficits na marcha. Ainda não existe uma cura e o manejo da doença é essencialmente medicamentoso. A fisioterapia e a atividade física regular são de grande importância para minimizar os sintomas da doença, com evidências de melhora da força muscular, do equilíbrio, da marcha e da qualidade de vida do paciente.

     

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