• 16/01/2019

    Os depoimentos de quem faz parte desta equipe, trabalha, estuda ou é egresso da instituição demonstram o orgulho de cada um em fazer parte desta história. Uma história contada a partir do trabalho da Feluma, Fundação Educacional Lucas Machado, mantenedora da Faculdade Ciências Médicas, cujo foco é a formação dos melhores profissionais, com base no alto padrão de ensino, que conta com corpo docente titulado e experiente, estrutura completa para aprendizado e vivência prática que utiliza recursos inovadores como laboratório de simulação realística, disciplina de cirurgia robótica, intercâmbio internacional.

    Quando perguntamos, “por que estudar aqui?“, a diferentes personagens desta história de sucesso, temos como proposta escrever com o depoimento de cada um, novos capítulos. São experiências, afirmações e memórias que respondem de forma singular, mas ao mesmo tempo refletindo um sentimento coletivo: o orgulho de fazer parte das Ciências Médicas – MG e o quanto se constrói uma trajetória profissional bem embasada.


    Depoimento do Dr. Carlos André / Unifesp

     

    Depoimento da Profa. Tatiane Bacelar / FCM-MG

  • 09/01/2019

    A especialização para 2019 do Instituto de olhos Ciências Médicas ofereceu 8 vagas e a concorrência superou as expectativas da equipe, com 20 candidatos por vaga. Anualmente, alunos de várias partes do Brasil participam do edital, todos interessados em fazer a especialização na clínica do Instituto, que oferece grande volume de casos diversificados, preceptores pós-graduados e qualidade no atendimento prestado.

    O diretor técnico da clínica, doutor especialista em glaucoma, Fábio Kanadani e ex-aluno da Faculdade Ciências Médica, explica que o instituto além de ter o maior serviço de atendimento SUS de Minas Gerais, oferece um dos melhores cursos de especialização do país, certificado pelo CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia).

    Hoje na clínica 46 alunos fazem residência, ou subespecialização, também chamada de fellowship, em praticamente todas as subáreas da oftalmologia. Uma das vantagens de um atendimento 100% SUS neste aprendizado é o volume de pacientes. Um residente chega a operar até 150 pacientes por ano, sem falar na oportunidade de ver sempre casos novos, diversos e desafiadores. Há cerca de 600 atendimentos por dia e 400 cirurgias por mês, dando aos médicos a chance de concluir o curso com uma visão geral da especialidade.

    Para os alunos da Faculdade Ciências Médicas, o Instituto também é uma grande oportunidade de aprendizado. As turmas de 3º e 4º anos têm na grade curricular disciplinas nas áreas de oftalmologia e utilizam o espaço da clínica para a prática, além disso a faculdade oferece também a cadeira optativa em oftalmologia, que segundo o professor e diretor técnico Fábio Kanadani, bateu recorde de procura pelos alunos.

    “Em 2018 foram 44 alunos de optativa. O primeiro curso de especialização foi em 2102, com 4 alunos voluntários, hoje a gente tem grande procura e consegue selecionar os melhores, que acabam exigindo muito dos que estão aqui, o que é bom, porque quanto melhor o aluno, mais qualificado tem que ser o preceptor e a Instituição como um todo”, explica Fábio Kanadani.

    O diretor geral do Hospital Universitário Ciências Médicas, Dr. Antônio Martins, destacou ainda que a clínica possui a melhor estrutura do Estado, e como uma instituição filantrópica, está sempre reinvestindo na modernização e qualidade do serviço. “Em 2018, foi investido na clínica cerca de 1 milhão e meio de reais o que contribui para a modernização e infraestrutura da unidade”.

  • 20/12/2018

     

    O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional homenageou, em sessão especial na Câmara Municipal de Belo Horizonte, no último dia (4), a Associação Mineira de Fisioterapeutas e todos os seus presidentes pelos 50 anos da entidade. No evento estavam presentes em torno de 100 pessoas.

    Os professores da Faculdade Ciências Médicas, Rafael Duarte Silva e George Schayer Sabino, que já presidiram a Associação, e a professora Janaine Cunha Polese, atual presidente, foram homenageados com uma medalha temática ao cinquentenário da entidade.

    Representando a AMF, a professora Janaine Polese recebeu ainda, das mãos do presidente do CREFITO-4, Dr. Anderson Coelho, uma placa em homenagem à importante data.

    A Faculdade Ciências Médicas oferece graduação em Fisioterapia desde o ano de 1969, logo após a sua regulamentação.

     

    Sobre a Associação Mineira Fisioterapia:

    A AMF foi fundada em 6 de novembro de 1968, e desde então teve um papel importantíssimo no processo de regulamentação da Fisioterapia. A homenagem foi um reconhecimento por todo o serviço prestado ao longo desses 50 anos por seus representantes.

     

  • 17/12/2018

    A Feluma, Fundação Educacional Lucas Machado inaugurou, no dia 12 de dezembro, a Clínica Odontológica da Pós-graduação Ciências Médicas, sob a coordenação do Doutor e Professor Eustáquio Afonso Araújo. A solenidade foi marcada pela presença de diversas autoridades, professores e profissionais das Ciências Médicas, dentistas e demais convidados.

    No auditório da Feluma, o presidente Dr. Wagner Eduardo Ferreira abriu a cerimônia de inauguração, destacando a importância da clínica para a cidade, não só no aperfeiçoamento e especialização de profissionais qualificados, mas também na contribuição filantrópica de atendimento a pacientes do SUS.  Na sequência, o professor Eustáquio apresentou os cursos de Pós-graduação em Odontologia, a equipe de professores e a Clínica Odontológica, que juntos dão à unidade de formação profissional o nível de excelência.

    Após a cerimônia de abertura, os mais de 140 convidados conheceram as instalações da clínica, que ocupa todo um andar de 350 m2 do prédio, onde funciona a área matricial da Feluma, na Avenida Afonso Pena esquina de Avenida Brasil. Um lugar criteriosamente planejado com estrutura física e tecnológica de ponta para garantir a melhor especialização aos profissionais e, ao mesmo tempo, uma prestação de serviço odontológico de alta qualidade.

    Dentro da prática dos cursos de Pós-graduação em Odontologia, haverá atendimento ao público em geral, selecionado por meio de triagem. Os atendimentos serão direcionados as várias especialidades, a maioria delas não cobertas pelo SUS, como implantes. Para o Dr. Eustáquio, a proposta audaciosa que chega como um presente para Belo Horizonte, também chega como estímulo para novos projetos na área da Odontologia.

    “Quando veio o convite, idealizamos para começar exatamente pela área de Pós-graduação, buscando a parte de excelência e aprimoramento. Assim, nós teremos todas as áreas da odontologia contempladas, envolvendo aperfeiçoamento, especialização, minirresidência. Criando aí uma semente muito forte para que esta Pós-graduação venha suprir as necessidades para desenvolver, no futuro, a graduação, que será o espelho da excelência da Pós-graduação em Odontologia”.

     

  • 14/12/2018

    A Pós-graduação Ciências Médicas, por meio da Feluma, Fundação Educacional Lucas Machado, fechou parceria com o setor de saúdeda cidade de Matosinhos em Portugal, para oferecer aos alunos do curso de DRG (Grupo de Diagnóstico Relacionado) um estágio internacional. Uma oportunidade de ver a metodologia, aprendida no curso, aplicada na prática por uma localidade que adotou o modelo DRG há 30 anos.

    O acordo de intercâmbio foi assinado com o diretor da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, e também diretor do Hospital Pedro Hispano, Dr. Victor Emanuel Marnoto Herdeiro, que esteve em Belo Horizonte. A unidade de saúde local, que corresponderia a uma secretaria de saúde no Brasil, foi a primeira em Portugal a olhar a saúde de uma forma integrada entre cuidados primários e hospitalares, garantindo continuidade do cuidado ao longo de toda jornada do paciente.

    “Somos um hospital muito diferenciado, mas nosso propósito é investir na prevenção e tratamento adequado da doença para que as pessoas precisem menos de cuidados hospitalares. Somos o primeiro país a introduzir os DRGs, que medem a complexidade dos atos e dão um valor homogenio a eles. Neste ponto de vista, melhora a qualidade assistencial, porque ao mesmo tempo impõe limites a internação, o paciente não tem alta antes do tempo, mas não fica mais tempo que o necessário no hospital”.

    A proposta do curso de DRG da Pós-graduação Ciências Médicas é formar gestores que sejam capazes de organizar o sistema de saúde, incluindo o hospital, para oferecer uma medicina com resultados e sem desperdício. Renato Camargos Couto, coordenador da Pós-graduação de DRG, Gestão de Saúde e Gestão de Sistemas de Saúde, explica que para melhorar os resultados não adianta uma intervenção só no hospital, ela é uma intervenção no sistema de saúde que antecede e que sucede o próprio hospital.

    “No estágio internacional em Matozinhos, encontramos uma proposta integrada, que permite organizar esse percurso do paciente ao longo do sistema de saúde. Lá eles conseguiram uma maneira de simplificar esta complexidade e, agora, os nossos alunos vão poder aprender lá e aplicar aqui no Brasil”.

    Durante o período do curso em Portugal, os alunos vão ter a oportunidade de exercitar o diagnóstico, o planejamento e a execução das soluções já implementadas em Matosinhos, mas de uma forma que se adapte aos problemas daqui.

    O curso de DRG tem duração de 18 meses, ao final os alunos podem optar pelo estágio internacional com duração de 5 dias. A disciplina é optativa e pode ser feita também, por alunos que já concluíram o curso.

     

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