• 03/12/2018

    Nos dias 29 e 30 de novembro, foi realizado o III Encontro Nacional do DRG* Brasil, que neste ano trabalhou o tema “Inovações do DRG Brasil para a transformação do nosso sistema de saúde”.

    No Hotel Ramada Airport Lagoa Santa, líderes de hospitais, operadoras e instituições (saúde suplementar e SUS) trocaram experiências com a aplicação da metodologia para a transformação do modelo remuneratório e assistencial do sistema de saúde brasileiro.

    A Feluma – Fundação Educacional Lucas Machado, mantenedora da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais que possui a 1ª pós-graduação em DRG do Brasil, apoiou o evento, realizado pelo IAG Saúde – Instituto de Acreditação e Gestão em Saúde.

    Na programação, a Diretora Acadêmica da Pós-graduação da FCM-MG, Kely Pereira, lançou os novos cursos de Especialização com base no DRG do Brasil. Representando o Presidente da Fundação Educacional Lucas Machado, o Prof. Fausto Santos, do Instituto Feluma, participou da Apresentação do Portal Brasileiro de Transparência em Saúde juntamente com representantes da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Conselho Regional de Medicina (CRM-MG).

    *DRG – Diagnosis Related Groups (Grupos de Diagnósticos Relacionados) é uma metodologia que permite avaliar e comparar a assistência hospitalar entregue em categorias de produtos e seus custos, facilitando o gerenciamento de gastos e da qualidade assistencial-hospitalar, com foco na segurança do paciente.

    Confira algumas fotos

  • 03/12/2018

    Ampliação do Ambulatório Ciências Médicas: A construção de um prédio de 8 andares, vai proporcionar um grande crescimento na área das especialidades oferecidas, dobrando o atendimento 100% SUS que é feito no local.

    Confira o vídeo com o projeto de expansão

  • 29/11/2018

    O primeiro módulo da Cátedra Lucasiana – Arte e Ciência da Faculdade Ciências Médicas, criada em 2018, foi divido em quatro encontros. O primeiro foi sobre caráter, ética moral, leis e conduta, o segundo discutiu morte e o terceiro suicídio. Na terça-feira, dia 27 de novembro, a Cátedra promoveu o último encontro do ano e trouxe como tema “Respostas a Sequelas na área da saúde”.

    A frente da Cátedra está o doutor professor Geraldo Magela que na oportunidade lançou o livro “CÂNCER NO RETO: MEU PACIENTE E EU“.

    Mas afinal, o que é a Cátedra Lucasiana – Arte e Ciência?

    A Cátedra Lucasiana – Arte e Ciência da Faculdade Ciências Médicas foi fundada com base na Cátedra Lucasiana de Matemática da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, criada em 1663. Na época a proposta supra curricular, não vinha atender uma faculdade de Cambridge, mas estar acima de todas elas, com a finalidade de discutir a ciência da matemática.

    A Cátedra de Cambridge foi aprovada em 1664, pelo então rei Carlos II e o nome Lucasiana foi uma homenagem ao fundador, Henry Lucas.

    Começou aí a história dos catedráticos ou lucasianos, um dos postos mais respeitados do mundo. Em mais de 300 anos o posto vitalício já foi ocupado por 17 professores de ciências matemáticas da Universidade, entre eles Isaac Newton e Stephen Hawking.

    Cada catedrático, dentro de seu momento histórico, promoveu eventos para a universidade inteira e convidados, apresentando temas epistémicos, temas estruturais e conjunturais do que acontecia no mundo na época.

    Com está mesma proposta, porém em área diferente do conhecimento o neurocirurgião, professor, teatrólogo e doutor Jair Raso, propôs a criação de uma Cátedra Lucasiana para a Faculdade Ciências Médicas. Uma ideia abraçada pelo presidente da Feluma, Dr. Wagner Eduardo Ferreira e colocada em prática em 2018, após aprovação da Congregação da Faculdade e Conselho Deliberativo.

    Para assumir a cátedra foi escolhido o doutor Geraldo Magela pela grande capacidade de transitar por várias áreas do conhecimento. Além de doutor na coloproctologia, o professor também atua na psicanálise, nas artes e na cultura, coordenando atualmente o Centro de Memória da Faculdade Ciências Médicas.

    A Cátedra Lucasiana da Faculdade Ciências Médicas, diferentemente da Cátedra de Cambridge não tem finalidade nas ciências matemáticas, mas na cultura, com o objetivo de promover esta cultura a partir da ciência, arte, filosofia, literatura e pensadores.

     

  • 23/11/2018

    Quando o assunto é câncer de próstata não adianta fugir do assunto, o exame de toque é fundamental na prevenção da doença. Muitos homens ainda correm do exame e acabam descobrindo mais tarde a doença em estado avançado, o que dificulta o tratamento.

    Para quem tem preocupação com a prevenção, e descobre a doença no início encontra na cirurgia robótica inúmeras vantagens como o alto índice de cura. Agora, nos casos de retirada da próstata, a vantagem da robótica em relação a cirurgia convencional é o baixo risco de sequelas como, incontinência urinária e impotência.

    Mas vamos enumerar outros benefícios que fazem o procedimento ser cada vez mais procurado. Nesta cirurgia, o robô oferece ao médico imagem 3D, ampliada em 10 vezes, além disso não há risco de tremor na cirurgia, porque o médico comanda o robô por um console. Tudo isso torna o procedimento muito preciso e delicado, o que permite um dano menor ao tecido, com menos sangramento e muito menos dor.  Tem paciente que nem chega a tomar medicamento para dor e recebe alta hospitalar com menos de 24 horas de internação, quando o normal são 2 dias.

    Se o homem antes da cirurgia de próstata tinha ereção, a preservação dela na cirurgia robótica tende a ser garantida. A impotência masculina só não é preservada nos casos em que a doença comprometeu os dois feixes de nervos, que existem ao lado da próstata e são responsáveis pela ereção.

    A cirurgia robótica é um procedimento de última geração disponível em BH deste de 2016 graças a iniciativa da FELUMA, a Fundação Educacional Lucas Machado, que trouxe o primeiro robô para Minas Gerais, em parceria com o Hospital Vila da Serra. Hoje a Fundação possui dois robôs, sendo o segundo instalado no Hospital Felício Rocho. Juntos os dois hospitais já realizaram, em 2 anos, 600 cirurgias robótica, sendo a maioria, 357 no tratamento do câncer de próstata.

  • 22/11/2018

    A abertura do curso in Company de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Hospitalar, no dia 20 de novembro, reuniu diretores do Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro (HMDCC) e da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), na presença do presidente Dr. Wagner Eduardo Ferreira, do superintendente Flávio Amaral, do diretor geral da Pós-graduação Ciências Médicas professor, Antônio Vieira Machado e da diretora acadêmica da Pós-graduação professora, Kely Pereira.

    A aula inaugural foi proferida pelo ex-ministro da Saúde, Arthur Chioro, que apresentou um histórico do SUS, os números, os desafios e as saídas para crise, destacando entre elas a formação de gestores hospitalares. Para encerrar a noite de abertura do curso, o presidente da Feluma destacou a participação fundamental do terceiro setor no atendimento à saúde pública pelo SUS e falou da parceria com o hospital, que além de oferecer a especialização aos gerentes de saúde, fará do HMDCC um campo de estágio para os alunos de medicina, psicologia, fisioterapia e enfermagem da Faculdade Ciências Médicas.

    O Curso in Company de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Hospitalar, oferecido ao conjunto de lideranças do hospital, vai levar fundamentos e instrumentos para aperfeiçoamento da gestão e da assistência, considerando as singularidades do hospital e do SUS, o Sistema Único de Saúde de BH.

    No caso do Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro, que foi construído e é administrado por uma PPP, Parceria Público Privada, o curso foi elaborado para atender a esta natureza jurídica singular, oferecendo disciplinas voltadas para a gestão de contrato público privada, para o papel do hospital na rede SUS de BH, dentre outras. Ao todo, 45 gerentes de diversas áreas do hospital vão participar do curso que terá duração de 1 ano, unindo teoria e prática. Ao final, os alunos devem apresentar um projeto de intervenção na gestão das diversas áreas do hospital.

    A criação do curso também abre possibilidades para atender à demanda de formação interna para outros hospitais públicos ou privados, atendendo a realidade de capacitação de cada um.

     

     

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