Alunos da Medicina da FCM-MG fazem internato clínico no Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro, em BH

25/04/2019

A parceria entre a Feluma, Fundação Educacional Lucas Machado, e o Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro(HMDCC) proporcionou, aos alunos do curso de Medicina da Faculdade Ciência Médicas de Minas Gerais, mais um importante campus de aprendizado prático. O Hospital, 100% SUS, inaugurado em 2018, começa agora a receber estudantes e residentes através do NEPE, o Núcleo de Estudo, Pesquisa e Extensão do HMDCC, e a experiência já traz bons resultados.

Marina Paixão de Madrid Whyte é aluna do 6º ano de Medicina, e conta que neste ano os alunos fazem internato supervisionado de clínica e cirurgia, tanto no Hospital Universitário Ciências Médicas, quanto nos hospitais parceiros. São cerca de 12 alunos na cirurgia e 12 na clínica por período, e cada grupo fica um mês em cada unidade hospitalar acompanhando as equipes médicas no atendimento aos pacientes.

A turma de Marina fez o internato no Hospital Metropolitano Dr. Celio de Castro. Ela conta que 4 professores da Faculdade, que também atuam no hospital como médicos, ficam responsáveis por grupos de 3 alunos cada. Sob a supervisão do professor, este grupo, além de acompanhar os pacientes, também se reúne para discutir casos clínicos e outros temas relevantes à formação médica, como explica a aluna: “Houve um grupo de discussão sobre regulação da saúde pública, e nele o professor Leonardo Florêncio convidou a diretora executiva do hospital, Maria do Carmo, para falar sobre a experiência dela neste segmento; foi um momento muito importante de aprendizado para todos nós.”

Os internatos proporcionam aos alunos experiências que serão levadas por toda vida, e no caso do HMDCC essa troca de conhecimento é muito válida já que a equipe multidisciplinar do Hospital começou, recentemente, a ter o acompanhamento de estudantes. A participação deles na vida hospitalar além de aprendizado, representa aos pacientes um cuidado a mais, afinal recebem a visita do médico e professor, e posteriormente a dos alunos. Isso além do tempo que estes estudantes dedicam para conversar com pacientes e familiares.

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